domingo, 13 de agosto de 2017

VERTIGEM DESTRUTORA

As gerações que nos precederam e a nossa, andaram (e andam) a matar lentamente, mas seguramente, o planeta Terra. E o problema é que não estamos a  aperceber-nos do drama que -a mais ou menos breve termo- nos espreita. Cinicamente, de maneira egoísta, nós estamos a aplicar a política expressada na máxima popular que diz «o último a sair que feche a porta». E, no entanto, a Natureza não se cansa de enviar-nos sinais sobre aquilo que, infalivelmente, nos espera. Através das mudanças climáticas (que se têm manifestado de mil e umas maneiras : degelo das calotes polares e glaciares, falta de água e secas prolongadas, calores tórridos e gigantescos incêndios florestais, ventos ciclónicos cada vez mais frequentes, efeitos perniciosos causados pela poluição da atmosfera, dos rios e dos oceanos) e outros alertas... Mas parece que nós todos ('responsáveis' políticos incluídos) estamos cegos. Ou então, estamos a agir como o tal ditado que diz que «o pior cego é aquele que não quer ver». Enfim (e não estou a ser alarmista), os nossos filhos e netos pagarão, certamente e infelizmente, a factura...

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