
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
VIVÓ SPORTING !

DOLOROSA SÉRIE DE DESASTRES

PAÍS SEM SERVIÇOS DE SAÚDE CONDIGNOS

domingo, 28 de dezembro de 2014
«...DO BIGODE ATÉ AO RABO»
CALOU-SE UMA VOZ INSIGNE DO FADO COIMBRÃO

FOTOGRAFIAS COM HISTÓRIA (28)

AZEITES NACIONAIS PREMIADOS



CUIDADO COM AS COMEZAINAS !

FELIZ ANO NOVO !

MARVÃO DÁ-VOS AS BOAS-VINDAS

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
AS MINHAS CANÇÕES PREFERIDAS

«LES CRAYONS DE COULEUR»
Un petit garçon est venu me voir tout à l'heure
Avec des crayons et du papier
Il m'a dit je veux dessiner un homme en couleur
Dis-moi comment le colorier
Je voudrais qu'il soit pareil que moi quand je serai grand
Libre, très fort et heureux
Faut-il le peindre en bleu, en noir ou en blanc
Pour qu'il soit comme je le veux
(refrain)
Si tu le peins en bleu, fils
Il ne te ressemblera guère
Si tu le peins en rouge, fils
On viendra lui voler sa terre
Si tu le peins en jaune mon fils
Il aura faim toute sa pauvre vie
Si tu le peins en noir fils
Plus de liberté pour lui
Alors le petit garçon est rentré chez lui
Avec son beau cahier sous le bras
Il a essayé de dessiner toute la nuit
Mais il n'y arriva pas
Si tu le peins en bleu, fils
Il ne te ressemblera guère
Si tu le peins en rouge, fils
On viendra lui voler sa terre
Esta belíssima balada anti-racista é de origem norte-americana e foi escrita por Marge Barton, que a intitulou «What Color (Is a Man)». Foi cantada e gravada, pela primeira vez, em 1965 por Bobby Vinton, que (ao que julgo saber) é autor dos arranjos musicais. Chegou a França no ano seguinte pela voz de Hughes Aufray e com letra de Pierre Delanoe. Comprei o disco, logo após o seu lançamento comercial, por ter ficado muito sensibilizado com a mensagem humanista que emanava de «Les Crayons de Couleur». Que foi um consolo e um encorajamento para todos os progressistas (ou tidos como tal) que se opunham à opressão de seres humanos. Fosse qual fosse a sua cor, fosse qual fosse a sua fé. Isso, num tempo em que grassavam no planeta guerras de tipo colonial (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau) e/ou de tipo imperialista (Vietnam); e em que, na África austral, se viviam os anos feios do 'apartheid' e nos E.U.A. a segregação persistia em marginalizar a população afro-americana. Ainda hoje a aprecio no seu todo : letra e música. Para ouvir a canção no 'You tube', carregue aqui :
https://www.youtube.com/watch?v=IZOT7xKZpj4
SER CURIOSO...


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
SER LIVRE
ASSIM VAI O MUNDO...


terça-feira, 16 de dezembro de 2014
FOTOGRAFIAS COM HISTÓRIA (27)


«LA DAME DE MONSOREAU»

DIÓSPIROS, DIOSPIREIROS


LONJURAS...


O rio Colorado, que nasce nas Montanhas Rochosas, é um dos maiores da América do Norte, pois estende-se por 2 320 km. Atravessa vários estados federais, nomeadamente o do Arizona, onde foi criado o Grand Canyon National Park, que eu tive a sorte de visitar. Mas também me foi dada a oportunidade de o ver correr noutras regiões do Oeste. Em Laughlin, no Nevada (por exemplo), onde eu passei parte de um dia e uma noite, quando me encontrava a caminho da mirífica Las Vegas, uma das capitais mundiais do jogo. Onde eu 'enterrei uma fortuna' nas chamadas 'shot machines' do hotel-casino onde estive hospedado : 1/2 dólar.
NOVIDADE BD

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
DIVINA SURPRESA !


domingo, 14 de dezembro de 2014
REGALO DOS OLHOS E DO PALATO
RISO, LÁGRIMAS E DENÚNCIA

CITAÇÃO
sábado, 13 de dezembro de 2014
VIDAS QUE SE CRUZAM, AMIZADES QUE PERDURAM...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
COISA BELA...
FOTOGRAFIAS COM HISTÓRIA (26)

A ESSÊNCIA DOS NOSSOS POETAS
O PALÁCIO DA VENTURA
Sonho que sou um cavaleiro andante.
Por desertos, por sóis, por noite escura,
Paladino do amor, busco anelante
O palácio encantado da Ventura!
Mas já desmaio, exausto e vacilante,
Quebrada a espada já, rota a armadura...
E eis que súbito o avisto, fulgurante
Na sua pompa e aérea formosura!
Com grandes golpes bato à porta e brado:
Eu sou o Vagabundo, o Deserdado...
Abri-vos, portas de ouro, ante meus ais!
Abrem-se as portas d'ouro com fragor...
Mas dentro encontro só, cheio de dor,
Silêncio e escuridão - e nada mais!
** Antero de Quental, in "Sonetos" **
PARABÉNS MANOEL DE OLIVEIRA !


1958 : 1º TRIUNFO MUNDIAL DA CANARINHA

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
FAZ HOJE 76 ANOS...

O VIL ASSASSÍNIO DE MULHERES : UMA COBARDIA

sábado, 6 de dezembro de 2014
É REMÉDIO SANTO
AS MINHAS LEITURAS : «À CABECEIRA DO REI»

Actualmente ando a ler (e estou a gostar muito) um livro intitulado «À Cabeceira do Rei»; que é uma obra da autoria do historiador Paulo Drummond Braga, editada pela Esfera dos Livros. Nesta sua obra, o autor explica-nos as «doenças e causas de morte dos soberanos portugueses entre os século XII e XX» e dá-nos detalhes preciosos sobre os derradeiros dias (ou instantes) de todos esses nossos governantes. Para além de muita outra informação que espicaça o interesse do leitor. Sabia, por exemplo, quem visita este blogue, que D. Afonso Henriques faleceu a 6 de Dezembro de 1185, com 76 anos (incompletos), num tempo em que a esperança de vida dos seus súbditos rondava os 30 anos de idade ? Ou que el-rei D. João II talvez não tenha sido envenenado -como tanto se tem dito e escrito- mas que poderá ter sucumbido (a dúvida permanece) a uma doença renal ? Ou, ainda, que a rainha D. Maria II faleceu «depois de o seu corpo exausto ter dado à luz 11 filhos no espaço de 16 anos» ? -Enfim, «À Cabeceira do Rei» é um livro de leitura obrigatória para todos aqueles que se interessam pela História de Portugal. Baseada numa investigação inédita, esta obra (com pouco mais de 300 páginas e de acessível leitura) tem muita coisa para ensinar; mesmo àquelas pessoas que, ingenuamente, possam pensar que a vida dos nossos monarcas já não tem segredos para elas. Recomendo vivamente.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
A ONU PREOCUPADA COM AS REMUNERAÇÕES DOS PORTUGUESES

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
ESPERANDO POR «SERENA», COM SERENIDADE


BATALHA NAVAL MEDIEVA E FOGO GREGO


AS MINHAS CANÇÕES PREFERIDAS

Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro diaMeu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram
Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram
Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto
Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!
Poema : José Carlos Ary dos Santos
Música : Fernando Tordo
Voz : Carlos do Carmo.
Experimente ouvir esta canção de amor -que é, indubitavelmente, uma das mais belas que jamais se fizeram em língua portuguesa- clicando aqui :
https://www.youtube.com/watch?v=dMAHYGa7dvs&list=RDdMAHYGa7dvs#t=10
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
FOTOGRAFIAS COM HISTÓRIA (25)

EMPINAR PARA PASSAR E NÃO APANHAR REGUADAS



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