Este postal ilustrado mostra o sítio preciso onde as águas do rio Douro se misturam com as do oceano Atlântico. Antes da construção dos diques (visíveis na foto), a entrada da barra era problemática e as tempestades punham em risco a segurança de navios e respectivas equipagens. Com a construção do porto artificial de Leixões, o acesso ao rio e à cidade do Porto passou a ser limitado a embarcações de porte modesto, muito em particular a unidades de vocação turística. Que, da Cidade Invicta, rumam às regiões vinhateiras do Alto Douro; que constituem o destino por excelência de muitos milhares de visitantes, tanto nacionais como estrangeiros. Turistas que, geralmente, de lá voltam encantados com as paisagens, as tradições, o binómio gastronomia/vinhos, etc, etc.
quinta-feira, 19 de março de 2015
RIO DE OURO
Este postal ilustrado mostra o sítio preciso onde as águas do rio Douro se misturam com as do oceano Atlântico. Antes da construção dos diques (visíveis na foto), a entrada da barra era problemática e as tempestades punham em risco a segurança de navios e respectivas equipagens. Com a construção do porto artificial de Leixões, o acesso ao rio e à cidade do Porto passou a ser limitado a embarcações de porte modesto, muito em particular a unidades de vocação turística. Que, da Cidade Invicta, rumam às regiões vinhateiras do Alto Douro; que constituem o destino por excelência de muitos milhares de visitantes, tanto nacionais como estrangeiros. Turistas que, geralmente, de lá voltam encantados com as paisagens, as tradições, o binómio gastronomia/vinhos, etc, etc.
DISSE A FLOR...
PUXA !!!
Aqui há dias, antes de submeter o meu modesto e velho carro (que tem 15 anos de vida) a um exame técnico, tive de pagar cerca de 200 euros por um par de pneus. O que muito me doeu. E olhando para esta impressionante imagem, perguntei-me : quanto me custariam dois pneus, se eu fosse o proprietário de um engenho destes ? -Provavelmente o valor da minha pensão de reforma durante 10 anos... ou mais.
PROFISSIONAIS INDIGNOS
Confesso que fiquei estupefacto e agastado com a linguagem de um dos advogados de José Sócrates, quando, há poucos dias, saindo de uma audiência que, pelos vistos, correu mal ao seu cliente, insultou de maneira torpe, de maneira indigna, uma jornalista do C.M. (mandando-a 'ir lavar-se, porque cheirava mal') e tratou o conjunto dos periodistas presente à saída do tribunal de 'canzoada'. Mas quem é que entrega carteiras profissionais a sarandalhos destes ? -E quais serão as consequências de actos desta natureza para o desbocado causídico ? As perguntas ficam no ar...
RECORDANDO «O FUGITIVO», SÉRIE TELEVISIVA DOS ANOS 60...

«O Fugitivo» foi uma das excelentes séries americanas que -durante anos a fio- prendeu a atenção dos telespectadores do mundo inteiro; inclusivamente dos portugueses. Foi, efectivamente, com grande interesse e expectativa, que todos nós seguimos a fuga -através do território dos Estados Unidos- de um médico, o Dr. Richard Kimble, acusado de ter assassinado a sua própria esposa, perseguido por um polícia federal arguto e incansável; do qual, naturalmente, nenhum de nós gostava... É pena que esta série TV de qualidade, como outras tantas desse tempo (anos 60), só tenha permanecido na nossa memória, quando era fácil ter-se procedido à respectiva edição videográfica. Isso já ocorreu, aliás, no país de origem e eu espero que num futuro não muito longínquo o mesmo venha a acontecer por cá. «O Fugitivo» surgiu em 1963, nos canais ABC, e prolongou-se (graças aos seus 120 episódios de 50 minutos cada um) até fins de 1967. As vedetas da série em questão (que teve 4 temporadas) foram David Janssen (no papel do médico perseguido), Barry Morse (no do infatigável tenente de polícia Philip Gerard), Jacqueline Scott, Bill Raisch e Diane Brewster. Para além de muitas estrelas convidadas. Que saudades destes bons momentos de televisão...
FOTOGRAFIAS COM HISTÓRIA (32)
Um caça-bombardeiro P-47 'Thunderbolt' da 12th. Air Force (uma unidade combatente da força aérea dos Estados Unidos) sobrevoa, a baixa altitude, as ruínas de imóveis situados nas imediações de Berchtsgaden (Alpes da Baviera), onde Hitler tinha o seu famoso 'ninho de águia'. Esta foto foi tirada já depois da Alemanha ter assinado o armistício de 8 de Maio de 1945 e, assim, reconhecido a sua derrota definitiva perante as forças militares das nações aliadas. Estas operações de polícia tornaram-se indispensáveis para liquidar os últimos bandos de nazis irredutíveis, que ainda não acreditavam na morte física do 'fuhrer' e no fim do regime mais odioso que o planeta Terra conheceu. (Clique na imagem com o rato para ampliar a fotografia).
quarta-feira, 18 de março de 2015
A PRISÃO E A LIBERDADE
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