Quem se lembra ainda desta equipa do Grupo Desportivo da CUF, que, então, evoluía na 1ª Divisão Nacional e disputava os jogos caseiros no Campo (pelado) de Santa Bárbara, no Barreiro ? -Eu lembro-me dela, apesar de, ao tempo (já lá vão 60 anos...), eu ser um garotinho de 10 primaveras, que se preparava para fazer o exame da 4ª classe de instrução primária. Na Escola do Conde de Ferreira, ali para as bandas da igreja de Santa Cruz. Eu e um grupo de cachopos da minha geração, proveniente da Escola da Verderena (situada no outro extremo da vila-operária) e preparado pelo nosso saudoso professor Pinho. É incrível como o tempo voou e, quase num instante, nos fez velhos... Presumo que os atletas retratados nesta separata de «O Mundo de Aventuras» (popular revista de banda desenhada dessa época), já tenham desaparecido quase todos. Se houver ainda sobreviventes, terão uma idade avançada, de 85 anos para cima. Apontamento : O Grupo Desportivo da CUF -agremiação fundada em 27 de Janeiro de 1937- esteve 22 anos consecutivos entre a elite do futebol português. O herdeiro deste prestigioso emblema é o Grupo Desportivo Fabril (do Barreiro), no seio do qual se praticam, hoje, uma boa dezena de modalidades desportivas. No que ao futebol diz respeito, este clube evolui agora no Campeonato Nacional de Seniores (série G), que se disputa (entre equipas regionais) sob a égide da Federação Portuguesa de Futebol.
sábado, 2 de maio de 2015
A EQUIPA DA FÁBRICA
Quem se lembra ainda desta equipa do Grupo Desportivo da CUF, que, então, evoluía na 1ª Divisão Nacional e disputava os jogos caseiros no Campo (pelado) de Santa Bárbara, no Barreiro ? -Eu lembro-me dela, apesar de, ao tempo (já lá vão 60 anos...), eu ser um garotinho de 10 primaveras, que se preparava para fazer o exame da 4ª classe de instrução primária. Na Escola do Conde de Ferreira, ali para as bandas da igreja de Santa Cruz. Eu e um grupo de cachopos da minha geração, proveniente da Escola da Verderena (situada no outro extremo da vila-operária) e preparado pelo nosso saudoso professor Pinho. É incrível como o tempo voou e, quase num instante, nos fez velhos... Presumo que os atletas retratados nesta separata de «O Mundo de Aventuras» (popular revista de banda desenhada dessa época), já tenham desaparecido quase todos. Se houver ainda sobreviventes, terão uma idade avançada, de 85 anos para cima. Apontamento : O Grupo Desportivo da CUF -agremiação fundada em 27 de Janeiro de 1937- esteve 22 anos consecutivos entre a elite do futebol português. O herdeiro deste prestigioso emblema é o Grupo Desportivo Fabril (do Barreiro), no seio do qual se praticam, hoje, uma boa dezena de modalidades desportivas. No que ao futebol diz respeito, este clube evolui agora no Campeonato Nacional de Seniores (série G), que se disputa (entre equipas regionais) sob a égide da Federação Portuguesa de Futebol.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
PÁGINAS DA NOSSA HISTÓRIA, QUE É BOM RECORDAR
Esta majestática figura que vemos na imagem é a de D. Leonor Teles de Meneses, que foi -nos seus verdes anos- uma das mais belas mulheres do Reino de Portugal. Por ela, el-rei D. Fernando (o derradeiro soberano da 1ª dinastia), um monarca fraco e influenciável, desfez o seu casamento com D. Leonor de Aragão e afrontou a ira das populações dos concelhos; que reagiram furiosa e abertamente ao saberem das intenções do «Formoso» em desposar aquela que eles consideravam uma ambiciosa e pérfida aventureira. Mas, o enlace foi avante e D. Leonor -já senhora destes reinos- começou a sua obra de destabilização da nação portuguesa. Sedutora, incitou o seu real esposo a afogar no sangue as revoltas populares e levou-o, por duas vezes, a declarar guerras a Castela (para defender interesses de um príncipe estrangeiro, o duque de Lancaster), que nos valeram outras tantas invasões do território, com o seu cortejo de desgraças. A par disso e já na fase final do seu catastrófico reinado, D. Leonor Teles viu-se envolvida nas teias da intriga que levou ao assassínio de D. Maria Teles, a sua própria irmã, e no escândalo da sua ligação sentimental com o conde de Andeiro, um fidalgo galego com influência na corte portuguesa. Depois da morte do Andeiro, apunhalado, no paço de Lisboa, por D. João, mestre da Ordem de Avis, D. Leonor (que assegurava a regência do Reino depois da morte de D. Fernando I, ocorrida em 1383) refugiou-se em Alenquer e depois em Santarém; de onde enviou um pedido de socorro a seu genro, o rei de Castela, que invadiu Portugal. Esse perturbado período da nossa História (referido como o do Interregno) terminou, como estais lembrados, depois da decisiva batalha de Aljubarrota, com a vitória dos exércitos do condestável D. Nuno Álvares Pereira e com a fundação da dinastia de Avis. Da qual foi primeiro rei D. João I, filho bastardo de D. Pedro I e de D. Teresa Lourenço, uma dama da corte. Quanto à cúpida e aleivosa D. Leonor Teles, essa terminou os seus dias fechada num convento de Tordesilhas, onde veio a falecer no ano da graça de 1386. (Clique na imagem com o rato para a ampliar).
AMÊIJOAS À BULHÃO PATO
LUTAR PELOS DIREITOS
AÇORES, AÇORES...
Mar, lagoas, prados verdejantes e hortências... São as ilhas dos Açores que nos entram pelos olhos dentro, que nos invadem a alma. Ilhas de Bruma ? -Talvez... Mas também ilhas de encantos mil, que além, no meio de um Atlântico, ora plácido, ora furibundo, nos esperam para nos deslumbrar e para acariciarem o ego da nossa portugalidade. Da sua eterna e mágica portugalidade.
LE MUGUET DU MOIS DE MAI
«CLOCHES NAÏVES DU MUGUET»
Cloches naïves du muguet,
Carillonnez ! car voici Mai !
Sous une averse de lumière,
Les arbres chantent au verger,
Et les graines du potager
Sortent en riant de la terre.
Carillonnez ! car voici Mai !
Cloches naïves du muguet !
Les yeux brillants, l'âme légère,
Les fillettes s'en vont au bois
Rejoindre les fées qui, déjà,
Dansent en rond sur la bruyère.
Carillonnez ! car voici Mai !
Cloches naïves du muguet !
Maurice Carême (1899-1978), poète belge d'expression française.
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